Papai Noel X Jesus Cristo

Em uma reportagem na televisão, ouve-se a seguinte afirmação “Papai Noel é o símbolo do Natal! Um sentimento de discordância acaba fazendo a maioria dos cristãos que, realmente entendem o significado do natal, soltar uma frase em resposta ao absurdo pronunciado pela repórter; “Não é não, Jesus é o símbolo do Natal!”.

Devido a uma afirmativa como esta, e a forma como a imagem do Papai Noel preenche a visão de muitos à respeito do Natal, o velho Noel, por outro lado, é ignorado e combatido por muitos cristãos.

Não há dúvida alguma de que, é inadmissível uma figura, usada para fins comerciais, venha a substituir a importância do nascimento de Cristo. Não mesmo! Mas, falando em Papai Noel, você já sabe, ou já se perguntou como ele surgiu? Hoje nossa postagem é especial, pois, daqui há três dias, comemoraremos a festa mais importante para o Cristianismo, o Natal. Estão, que tal conversarmos um pouco sobre as 2 figuras mais populares do Natal?

Não deixe de ler esta postagem, conheça a interessante história do Papai Noel, e relembre algumas verdades que você já sabe, mas que, valem a pena ser lembradas em diversos momentos de nossa vida, inclusive, no Natal.

Uma ótima leitura!

Papai Noel X Jesus Cristo

Como surgiu o Papai Noel?

(a parte do texto que explica sobre a origem do Papai Noel, foi extraída de portalterceiraidade.org.br )

Tudo começou há aproximadamente 1300 anos, no século 4, em Patara, uma cidade na costa sul da Turquia (na época, uma cidade grega), onde nasceu São Nicolau.

São Nicolau, que não era um gordinho rechonchudo de barba e nem vestia a tradicional roupa vermelha com botas, ficou conhecido por se desfazer de sua riqueza dando presentes anonimamente no meio da noite e assim, teria originado e personificado o próprio Papai Noel.

A lenda diz que Nicolau jogava moedas de ouro para dentro da janela de um pobre homem que tinha três filhas. Uma versão conta que, misteriosamente, surgiram três sacos de dinheiro em noites consecutivas para que o pai das meninas pudesse pagar o dote e casá-las. Alguns dizem que as moedas eram atiradas chaminé abaixo, e outros, que eram deixadas em meias penduradas na lareira para secar, essa última, uma tradição que continuou. Ele morreu no dia 6 de dezembro de 343, em Mira, na Turquia.

E como a imagem de São Nicolau, do século quatro na Turquia, se transformou na figura do gorducho bonachão dos comerciais da Coca-Cola de hoje em dia?

• No ano de 987, seu nome é levado pelo príncipe Vladmir 1º à Rússia, onde se torna o santo favorito da população.

• Em 1087, seus ossos são levados para a Itália.

• No século 12, no seu dia comemorativo, 6 de Dezembro, freiras francesas começam a dar doces e presentes para crianças necessitadas.

• No século 13, em toda a Europa, meninos são selecionados para ser “o bispo Nicolau” de 6 a 28 de dezembro, dia da Festa dos Inocentes Abençoados.

• Em 1809 é descrito por descendentes dos colonizadores holandeses de Nova York como cidadão holandês, e não um santo, fazendo surgir o característico Papai Noel norte-americano.

• Em 1823 inspira o poema, atribuído a Clement Clark Moore, “Uma Visita de São Nicolau”, que fica conhecido como “A Noite Antes do Natal”.

• Nos anos 1860 é desenhado redondo e barbudo, vestindo gorro e trajes vermelhos folgados, pelo chargista político norte-americano Thomas Nast, baseado na descrição do poema de Clark Moore.

• Em 1873 vira tema da “St. Nicholas Magazine”, revista ilustrada para crianças.

• Já no século 19, ganha o nome de “Santa Claus” (como é conhecido nos Estados Unidos), como uma adaptação de “Sinterklaas” (São Nicolau, em holandês).

• Nos anos 1920, a figura do Papai Noel é utilizada em publicidade, aparecendo em propagandas (pasmem!) fumando cigarros Murad, Camel e Lucky Strike, vendendo (acredite se quiser!) Martini e pasta de dente Colgate, assumindo os traços que conhecemos hoje em dia.

• Em 1927 começa a ser tido mundialmente como finlandês, a partir de um programa de rádio infantil da Finlândia.

• Nos anos 1930 se torna o velhinho-propaganda da Coca-Cola.

Papai Noel recebeu vários nomes diferentes no século 20: Ded Moroz na Rússia, Babbo Natale na Itália, Julemanden na Dinamarca, Sinterklaas na Holanda, Pai Natal em Portugal, Papá Noel na Espanha, Nokolaus na Alemanha, Père Noel na França, Santa Claus nos Estados Unidos, Papai Noel no Brasil e Joulupukki na Finlândia.

Ao longo dos séculos, em várias culturas cristãs, a fama de Nicolau se confundiu com a celebração do Natal. Em muitos lugares, incluindo a Holanda, a festa é comemorada no dia 6 de dezembro, e a ocasião é mais popular que o próprio Natal na distribuição de presentes.

Mesmo que o relato acima, talvez não seja totalmente correto (há algumas divergências se comparado à informação encontrada na Wikipédia ), ao conhecer um pouco da origem desta história, podemos enxergar a graciosidade das ações de Nicolau. Sua atitude foi, não apenas admirada, como também copiada. Ou seja a origem do “Papai Noel”, em si, não é ruim!

E Jesus Cristo, como Surgiu?

Esta pergunta se parece com aquelas que não merecem uma resposta, de tão óbvias. Todos conhecem a história do menino que nasceu numa manjedoura em Belém. Conta-se ainda, que em um belo dia, um anjo apareceu à sua mãe, Maria, lhe dizendo que ela daria à luz um filho que se chamaria Jesus. Maria ouviu de um anjo, que seu filho, salvaria o seu povo, e que seria, o filho de Deus!

Para o noivo de Maria, José, as coisas não pareciam assim tão claras – “como assim, grávida?”. E o clima ficaria bem tenso se o anjo não aparece a José e o explicasse o que estava acontecendo!

Sabemos também que, por causa de uma lei que exigia recenseamento de todo o império romano, quando chegou o dia do menino nascer, José, Maria e muitas outras pessoas, chegavam em Belém, local de origem e onde havia de ser feito o recenseamento. Por isto, as hospedarias estavam todas cheias, restando apenas, uma estrebaria! Foi ali, no meio dos animais, que o Salvador Nasceu!

Esta é a história resumida sobre o nascimento de Jesus, motivo que hoje, leva os cristão a comemorarem o Natal.

Independente da escolha da data, ou da motivação em registra-la no calendário de festas cristãs, nós, cristãos, comemoramos com muita alegria a chegada de nosso Senhor!

Jesus X Papai Noel

Após um curto relato sobre o Papai Noel e  sobre Jesus , que tal uma breve comparação entre eles? É claro que em uma disputo pela posição de símbolo de Natal, independente do que as pessoas sugiram, nós, cristãos verdadeiros, sabemos quem é o verdadeiro sentido do evento. Mas, por que não, colocarmos em detalhes os méritos que entregam a Jesus o lugar de destaque?

Algumas Observações

A ideia deste comparativo, não é, em nenhum momento, desmerecer Nicalau em sua passagem por esta terra, pelo contrário! Além disto, sabemos que, como homem humilde que a história relata ter sido ele, jamais aceitaria ser comparado com Jesus (todo humano consciente sabe que não pode ser comparado a Deus!).

Outro detalhe importante, é que, mesmo representando o primeiro Papai Noel, Nicolau como pessoa, não contribuiu em nada para a imagem atual de seu personagem. O grande problema é o rumo que as coisas tomaram e a força que ganhou devido a publicidade. Graças a esta, o que um dia foi a lembrança de um bom homem, se tornou em, nada menos que um símbolo arrecadador do comércio natalino capitalista. Além de deturpar a antiga imagem do bom homem, vem roubando o foco do verdadeiro símbolo do Natal.

Antes de começarmos, gostaríamos de deixar bem claro, que o método comparativo que será usado, se trata de uma simples forma de explanação do tema. Jamais acreditaremos que Cristo precisa competir com algo ou alguém em nenhuma área!

Agora sim, Vamos lá!

Nicolau: Tinha um ótimo coração;

Jesus Cristo: Tinha um ótimo coração.

Nicolau: Ajudava aos pobres;

Jesus Cristo: Ajudava aos pobres.

Nicolau: Ajudou muitas pessoas carentes a se alimentarem e a terem algumas melhoras em suas vidas;

Jesus Cristo: Alimentou multidões e levou a cura e a paz a muitos corações.

Nicolau: Muitas pessoas se inspiraram em seus atos. Até hoje, em comemorações, eles são repetidos;

Jesus Cristo: Muitas pessoas se inspiraram em seus atos. Nasceu então, o cristianismo, a maior e mais influente religião do mundo.

Nicolau: Nasceu no 4º século;

Jesus Cristo: Sempre existiu.

Nicolau: Morreu, foi enterrado, mas ainda é lembrado;

Jesus Cristo: Morreu, foi colocado em um túmulo, mas, ressuscitou.

Nicolau: Foi canonizado por homens;

Jesus Cristo: Foi chamado Filho de Deus, pelo próprio Deus. (Mt 3.17)

Nicolau: Comemorou alguns natais;

Jesus Cristo: O Natal existe a partir dele.

Concluindo…

E aí caro amigo leitor, qual destes dois personagens tem participado do seu lar no natal? Qual deles você tem propagado à seus filhos nesta grande festa? O Homem bom que foi tornado em uma estratégia de marketing e que ajuda a sustentar o milionário comercio natalino, ou o homem bom que é o filho de Deus, que nasceu em humildade, viveu em santidade, que morreu em nosso lugar e que ressuscitou nos dando uma nova oportunidade?

Não permita que nada venha camuflar a imagem e importância do nascimento de nosso Salvador. Reúna sua família e amigos, relembrem o verdadeiro significado desta união, agradeçam a Deus pela vinda à terra de nosso Salvador, e assim, tenham todos, um Feliz Natal!

 

 

 

 

Compartilhar

“Aquieta-te, Filho! Aquieta-te e Sabe que Sou Deus!”

“A vida moderna é assim mesmo, muito se trabalha, pouco se descansa ou tem lazer. O trabalho deve ser a prioridade, afinal, precisamos dele para viver, não é?” - Esta é uma conversa ou, pensamento, bem comum em nossos dias. Inclusive, na igreja!

O trabalho está longe de ser uma coisa ruim, mas, o excesso dele, pode sim, ser prejudicial. Ou seja, se colocarmos limites, fica tudo sob controle. Mas, a questão é, será que nós, realmente sabemos quando parar?

Lettie Cowman é autora do conhecido devocionário Mananciais no Deserto. Suas mensagens são de consolo, esperança e espiritualidade. Hoje, nossa reflexão, é dela e foi extraída de seu, também devocionário, Fontes no Vale. A breve reflexão abordará um assunto super atual; a correia do dia-a-dia e a necessidade de repouso que temos. Sua abordagem se encerra com uma bela poesia. Vale a pena conferir e compartilhar com aqueles a quem você deseja edificar!

 — 

“Aquieta-te, Filho! Aquieta-te e Sabe que Sou Deus!”

Nós temos negligenciado a arte de repousar. Muitos cristãos estão sucumbindo aos pesos da vida porque se esquecem de repousar. O que nos mata é essa torrente contínua da vida, essa constante uniformidade.

Não devemos ver o descanso somente como um fortalecimento para o enfermo, mas também como um tônico para os que são fortes. Ele lembra libertação, esclarecimento e transformação. Impede que nos tornemos escravos de nossas obras, até mesmo das boas obras.

Certa ocasião um naturalista de Cambridge falou-me de uma experiência que realizou com um pombo. A ave nascera e vivera numa gaiola; nunca havia saído dela. Um dia, esse homem a levou para a varanda de sua casa e a atirou para o alto. Para sua surpresa, constatou que o pássaro tinha perfeitas condições de voar. E ele deu várias voltas por ali, dando a impressão de que nascera voando. Daí a pouco, porém, seu voo parecia haver se tornado pesado, os movimentos, espasmódicos, e as voltas, cada vez menores. Por fim, o pombo veio em direção ao dono, bateu de encontro ao seu peito e caiu ao chão. Qual a razão disso? A razão era que, embora ele houvesse nascido com o instinto de voar, não aprendera a parar. A capacidade de parar era adquirida, e não instintiva. Se a ave não tivesse se atirado contra o peito dele para parar subitamente, teria continuado voando até morrer de cansaço.

Isso é uma figura da vida moderna. Nossa sociedade parece possuir o instinto da atividade, mas não possui a capacidade de parar. Ficamos dando voltas e mais voltas, num circular incessante e cansativo, até quase morrer ainda em alta velocidade. Então qualquer experiência difícil, qualquer choque que soframos, que sirva para deter nosso giro constante, na verdade, é uma bênção. Muitas vezes, Deus aplica um severo golpe em alguém com o objetivo de fazê-lo parar. Essa pessoa cai aos pés dele, em desespero. E o Senhor se inclina para ela e lhe diz:

“Aquieta-te, filho! Aquieta-te e sabe que sou Deus!”

Então, pouco a pouco, o desespero causado pelo problema se transforma em submissão e obediência. Assim, aquela vida que estava como que bruxuleando se fortalece e pode tornar a voar.

Quando pressionado por tarefas intermináveis e prementes,

Desejas fugir para longe e repousar,

Mas não podes, embora mereças uma folga,

Descansa onde estás.

 

Abandona o que é desnecessário e santifica o resto.

Age sem estresse e sem tensões.

E com um espírito tranquilo e controlado,

Descansa onde estás.

 

Não é em situações, nem restrições ou livramentos,

Nem mesmo nas paisagens próximas ou distantes,

Mas em nós mesmos, que se encontra a paz ou a inquietação.

Descansa onde estás.

 

Onde a alma está, também está Deus.

Nenhuma sombra pode empanar o dia e o mundo que lhe pertencem.

Suas noites estreladas são barracas que ele desfraldou.

Descansa onde estás.

 

Será que faz tanto tempo que não andamos pelo caminho que nos leva ao “descanso” que ele agora se acha coberto de mato?

Autor: Lettie Cowman

Fonte: Fontes no Vale

 

Compartilhar

Salvos de Quê?(parte 2) – A. B Simpson

Olá amigos leitores!

Nossa última postagem, na quarta-feira (11), trouxe a primeira parte de um texto cujo o tema, é a Salvação. A explanação abordou um pouco sobre a necessidade que o ser-humano tem em receber a salvação por meio de Cristo, e a grandeza deste ato.

A postagem de hoje, é a continuação do tema. Apresentaremos a segunda parte do texto de A. B Simpson. Por se tratar de um capítulo muito extenso (Livro: Jesus Cristo, Ele Mesmo!; capítulo: Cristo, Nosso Salvador), não o apresentaremos por inteiro em nosso Blog. Está será a última parte exposta.

Caso deseje ler a primeira parte, para ficar por dentro do assunto, clique aqui. Trata-se de um texto curto, porém, muito explicativo. Certamente, ao ler as duas postagens desta semana, se sentirá mais feliz e grato a Deus por ter realizado tão grande provisão, a saber, o perdão de nossos pecados através da morte e ressurreição de Cristo!

Uma ótima leitura!

Salvos de Quê?…(Primeira parte, clique para ler)

O que a Salvação nos Proporciona (2ª parte)

1. A salvação nos proporciona o perdão de todos os nossos pecados, e os remove inteiramente. Eles são apagados de forma tão perfeita que é como se tivéssemos pago a “dívida” contraída. E nunca mais nos serão lançados em rosto.

2. A salvação nos proporciona também a justificação aos olhos de Deus, de forma que podemos estar diante dele como pessoas justas. Ele nos vê como se sempre tivéssemos praticado tudo que ele nos ordenou, e obedecido a toda a lei, em todos os seus detalhes. Com apenas um traço de sua pena, ele anula o escrito de dívidas que havia contra nós, e, com outro, registra ali a justiça de Cristo.

Temos de aceitar os dois aspectos desse fato. A imaculada justiça de Jesus é creditada em nossa conta como se fosse nossa. Sua obediência ao Pai passa a ser nossa; sua paciência e sua mansidão são nossas. Tudo que ele fez para bênção de outros é registrado em nossa ficha, como se nós o tivéssemos praticado. Tudo que há de bom nele se torna nosso; e todo o mal que há em nós passa a ser dele. Isso é salvação. Não é maravilhoso?

3. Pela salvação, nós recebemos a graça e o amor de Deus, e somos plenamente aceitos por ele, através da Pessoa de Jesus Cristo. Ele nos ama da mesma forma que ama seu Filho unigênito. E nos aceita no momento em que chegamos à sua presença, levados pelo braço de Cristo.

O Dr. Currie, um brilhante escritor metodista e redator de uma das mais importantes publicações dessa denominação, sonhou certa vez que havia morrido e chegara à porta dos céus.

Ali estava um anjo a quem pediu que o deixasse entrar. O anjo solicitou que se identificasse.

– Sou o Dr. Currie, explicou, redator-chefe da revista Quaterly Review, da Igreja Metodista Episcopal.

– Não o conheço, replicou o anjo. Nunca ouvi falar do senhor.

Mais adiante, encontrou outro anjo, a quem se apresentou da mesma forma, recebendo a mesma resposta.

– Não o conheço.

Afinal, um dos anjos sugeriu:

– Vamos procurar o Juiz para ver se ele o reconhece.

Currie compareceu perante o trono e contou sua vida ao Juiz. Falou do trabalho que havia realizado na igreja, mas a resposta que ele deu foi idêntica.

– Não o conheço, mesmo!

Ele já estava começando a ficar aflito, quando de repente viu a seu lado um Homem com uma coroa de espinhos na cabeça.

– Pai, disse o Homem, eu o conheço. Posso responder por ele.

No mesmo instante, começaram a soar as harpas celestiais, e as vozes cantavam: “Digno é o Cordeiro que foi morto”. E assim Currie foi introduzido na glória celestial.

Nesse reino, o que conta não é o trabalho que realizamos, nem as pregações que fizemos. Lá temos de nos identificar com o Homem da coroa de espinhos; temos de ser aceitos no Amado. Só assim o Pai nos amará como ama o Filho. Aí então teremos a posição que Cristo tem.

4. A salvação nos concede um coração novo. Ela opera em nós a regeneração da alma. Nossa velha natureza corrupta não tem nada de bom em si. Mas pela salvação, a natureza divina é gerada em nós, tornando-se parte de nosso próprio ser.

5. A salvação nos concede graça para vivermos o dia a dia. É possível um prisioneiro receber indulto, e ser liberto da cadeia, mas não ter dinheiro para se sustentar. Foi perdoado, mas está morrendo de fome. Na salvação, isso não ocorre. Pela salvação, somos libertos da prisão, e ainda temos a provisão divina para suprimento de nossas necessidades. Por ela, podemos regozijar-nos em Deus que é “poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória” (Jd 24).

6. Com a salvação, passamos a ter a presença do Espírito Santo, que estará sempre ao nosso lado como mãe amorosa, assistindo-nos em nossas fraquezas e nos concedendo graça para os momentos de provação.

7. Pela salvação, passamos também a contar com o cuidado da providência divina, pelo qual todas as coisas cooperam para o nosso bem. E isso só acontece depois que somos salvos. Assim que nos tornamos filhos de Deus, tudo que há na terra e no céu opera em nosso favor.

8. A salvação abre-nos a porta de todas as bênçãos decorrentes dela. É o primeiro degrau da santificação e da cura, bem como da paz que excede todo entendimento. É o portão de acesso a bênçãos ilimitadas, a tudo que a boa terra que passamos a possuir tem para nos oferecer.

9. A salvação nos conduz à vida eterna. Naturalmente, ela é apenas o início da eternidade, mas é por ela que adentramos os portais dos céus. E quando finalmente chegarmos ao trono de Deus e erguermos os olhos e avistarmos todas as possibilidades que se estendem à nossa frente, cantaremos o hino dos remidos: “Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10).

Autor: A. B Simpson

Fonte: Jesus Cristo, Ele Mesmo.

Compartilhar