O Que Você Sabe Sobre os Livros Apócrifos?

“Apócrifos”, nem todos sabem o que significa este termo. Muitos o conhecem, outros já ouviram falar e, talvez, alguns já se interessaram em saber do que se trata, mas nunca buscaram a resposta. Então, HOJE É O DIA!

Nossa postagem traz um resumo sobre este termo. Com apenas cinco minutos de leitura, você poderá relembrar o termo, ou conhecê-lo. Isto aumentará não apenas seu conhecimento, mas também seu entendimento sobre a própria Bíblia (além de lhe preparar para entrar no assunto da próxima vez em que ele surgir em sua roda de amigos!). 

O texto foi extraído do livro Manual da Fé Cristã. Trata-se de um capítulo extenso e rico em conteúdo. Mas, para não se tornar cansativo ao leitor, apenas uma parte será publicada hoje. Uma ótima leitura a todos!

OS LIVROS APÓCRIFOS

A Septuaginta*(ver abaixo o significado) contém quinze livros que não constam do cânon hebraico, entre eles Tobias, Judite, 1 e 2 Macabeus e Baruque. Quando

Jerônimo traduziu o Antigo Testamento para o latim, por volta de 400 d.C., ele incluiu vários livros da Septuaginta. Ele advertiu aos

 leitores que não os considerassem inspirados por Deus como os demais constantes do cânon hebraico. Entretanto, com o passar do tempo, os livros deuterocanônicos (isto é, pertencentes ao “segundo cânon”) foram tidos como de importância igual à dos canônicos. Algumas doutrinas católicas têm sua origem naqueles livros. (Como, por exemplo, a do purgatório, que vem de 2 Macabeus 12.43-45.)

Quando Martinho Lutero e outros estudiosos traduziram a Bíblia para as línguas mais comuns em sua época (em meados de 1500), alguns deles colocaram os livros deuterocanônicos numa seção separada, entre o Antigo e o Novo Testamento. O conjunto foi batizado de livros apócrifos. (Termo grego que significa “de autoria ou autenticidade questionável”.) Já outros tradutores simplesmente os excluíram. Os reformadores não aceitaram os livros deuterocanônicos porque estes não constavam do cânon hebraico, tendo sido rejeitados pelos anciãos. (Além disso, apesar de Jesus e os apóstolos terem citado diversas passagens do Antigo Testamento, nunca fizeram menção de nenhum trecho desses livros). A igreja católica, para se opor aos reformadores que não aceitavam os livros deuterocanônicos e, principalmente, validar os ensinos baseados neles, atribuiu plena veracidade a doze livros apócrifos durante o Concílio de Trento, em 1546.

Apesar de não serem inspirados por Deus, esses escritos constituem documentos importantes. Registros como o de 1 e 2

Macabeus narram a história do povo de Israel durante o período entre o Antigo e o Novo Testamento. Outros, como Sabedoria de Salomão, mostram algumas mudanças na doutrina judaica que começaram a ocorrer antes da vinda de Jesus. Uma delas, por exemplo, era a convicção crescente na existência de uma vida após a morte, mencionada apenas superficialmente no Antigo Testamento.

Algumas versões mais recentes da Bíblia evangélica trazem os livros apócrifos, mas em virtude de terem sido excluídos da maioria delas há muito tempo, são poucos os evangélicos que os conhecem. A seguir apresentamos uma lista dos livros apócrifos na seqüência em que aparecem na Bíblia católica.

Livros Históricos

Tobias conta a história de um judeu homônimo, temente a Deus e obediente à lei mosaica, que é curado de sua cegueira graças a uma fórmula mágica que recebeu de um anjo chamado Rafael. O livro de Judite é uma história simples e de fácil leitura. Fala de uma bela senhora que ficara viúva e que, como a rainha Ester, salva o seu povo. Acréscimos a Ester é uma espécie de “apêndice” que garante àquele livro canônico um tom mais “religioso”. (Um dos motivos é que o nome de Deus não é mencionado em Ester.) Os livros de 1 e 2 Macabeus relatam o reinado opressor de Antíoco Epifânio e a revolta do povo judeu sob a liderança de Judas Macabeu e seus irmãos. Eles foram vitoriosos e realizaram a purificação do templo.

Livros Proféticos

Atribui-se a autoria de Baruque ao assistente de Jeremias. Esse livro também traz a Carta de Jeremias, endereçada aos judeus prestes a
serem levados para o cativeiro, na Babilônia. O livro de Daniel recebe o acréscimo de três livros deuterocanônicos: A oração de Azarias e o Cântico dos Três Judeus, que é uma oração-cântico dos amigos de Daniel após serem lançados na fornalha (Dn 3.24-90); Susana, conta a história de uma moça que é salva por Daniel, de dois anciãos ímpios que desejavam possuí-la (Dn 13); e Bel e o Dragão, um conto situado na época do profeta e que faz um paralelo entre a adoração genuína a Deus e a falsa adoração aos deuses dos babilônios (Dn 14).

Livros de Sabedoria

Nesse grupo estão a Sabedoria de Salomão (que não é da autoria do famoso rei judeu). Esse livro trata da origem da sabedoria, de sua natureza e de sua influência na vida do homem. Apresenta também o destino das pessoas que praticam o bem e das que fazem o mal. Eclesiástico ou Siraque (autor do livro) – que também é conhecido como A Sabedoria de Jesus Ben-Siraque – é uma coletânea de ditos e conselhos semelhantes aos do livro de Provérbios.

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*A Septuaginta

A Bíblia dos cristãos primitivos, que falavam grego, era a Septuaginta. Quando Alexandre, o Grande, conquistou o mundo antigo no século IV a.C., a lingua franca (ou comum) do mundo passou a ser o grego. Com o passar do tempo, os judeus que habitavam fora da Palestina praticamente abandonaram o hebraico, adotando a língua grega. Assim houve necessidade de traduzir as Escrituras para esse idioma. Um grupo de anciãos e escribas judeus que viviam em Alexandria, no Egito (onde havia a maior concentração de judeus do mundo antigo), realizou esse trabalho por volta de 250 a.C. Há uma lenda entre os judeus de que setenta e dois tradutores – seis representantes de cada uma das doze tribos – fizeram a tradução da Torá, trabalhando individualmente. Quando terminaram, compararam seus escritos e, para sua surpresa, eram todos idênticos! O termo Septuaginta vem do latim e significa “setenta”, uma referência aproximada ao número de tradutores. Geralmente é abreviada como LXX (setenta em algarismos romanos). Os judeus que falavam grego e viviam fora da Palestina adotaram-na como sua Bíblia, e os cristãos primitivos fizeram o mesmo. 

Autor: John Schwarz

Fonte: Manual da Fé Cristã

 

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A Farmácia de Deus – Marcelo Aguiar

Olá amigos leitores, a postagem de hoje traz ótimas notícias àqueles que estão passando por situações onde precisam ser remediados. Quando estamos enfermos, não só podemos, como devemos ir à um médico, e na sequência, talvez à uma farmácia, mas antes disto, que tal tentar um outro método? Ouse usufruir da melhor das farmácias, é gratuita e o melhor de tudo, tem como dono, o “Médico dos Médicos”! 

A meditação abaixo irá nos lembrar um pouco mais sobre, a importância e eficiência da Farmácia de Deus! Que Deus o abençoe e se revele a você durante esta leitura!

Se Deus é o Médico dos médicos, qual será, então, sua farmácia? Sem dúvida, é a Bíblia sagrada. O Senhor nos encaminha para as Escrituras a fim de que recebamos tratamento e alívio para as nossas dores. Cada livro é uma estante; cada capítulo, uma prateleira; cada versículo, um remédio. Na Bíblia há uma fonte inesgotável de recursos que Deus usa para a nossa restauração. Será que estamos dando a isso o devido valor?

É maravilhoso o poder terapêutico da Palavra de Deus. Quanto o Criador é capaz de fazer com apenas uma de suas palavras! Cada vez que seus filhos se acharam em dificuldade, precisando de ânimo e restauração, ele “enviou a sua palavra e os curou, e os livrou da morte” (Salmo 107.20). Sempre houve, na farmácia de Deus, provisão para a vida dos seus servos. Essa é uma realidade que não mudou.

 O profeta Daniel, depois de passar por um momento de fragilidade, recebeu do Senhor palavras que o reergueram, e exclamou: “Fala, meu Senhor, visto que me deste forças” (Daniel 10.19). Os discípulos de Emaús, antes desanimados, foram consolados por Cristo, e declararam: “Não estava queimando o nosso coração, enquanto ele nos falava no caminho e nos expunha as Escrituras?” (Lucas 24.32.) Deus quer fazer o mesmo por você.

Incline-se sobre a Bíblia como um doente que precisa de tratamento. Através dela o Senhor restaurará sua vida, aliviará suas dores, multiplicará suas forças e aumentará sua imunidade espiritual. Você se tornará mais íntimo de Cristo, mais cheio do Espírito e mais próximo do Pai. Encontrará resposta para suas perguntas, provisão para suas necessidades e direção para os seus passos. Ali há colírio para os olhos da alma, vitamina para a fé vacilante e unguento para o coração. Tudo isso ao seu alcance.

Você já esteve, hoje, na farmácia de Deus?

Oração

Senhor, quero formar o hábito de frequentar diariamente tua farmácia, para ser fortalecido, curado e orientado. Ajuda-me a desenvolver amor pela tua Palavra. Assim nunca me faltarão os recursos que, ali, foram depositados em meu favor. Amém.

Autor: Marcelo Aguiar

Fonte: Aos Pés do Mestre

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16
jul 2013
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“Disseram-lhe, desista, pois é perigoso!”

Ao acompanhar este documentário, você terá uma nova visão sobre a Palavra de Deus!

Fantástico documentário histórico e emocionantes histórias reais, intercaladas à  profundas reflexões com o irmão André  - “O Contrabandista de Deus” – a respeito do Livro Perigoso!

 “Um velho pastor chinês uma vez disse: Existem apenas três tipos de cristãos no mundo, e apenas um é verdadeiro. O primeiro tem a Bíblia, mas não a lê. Este não vale! O segundo tem a Bíblia, lê, mas não tem amor por ela. Também não vale! O terceiro tem a Bíblia, lê e ama o que lê. É o tipo que muda o mundo! – Então, deixando escapar uma pequena lágrima ele acrescentou – Mas este tipo de cristão, é muito raro!”

Assista a este vídeo e:

  • Saiba porque os governantes consideram a Bíblia como um livro perigoso;
  • Saiba como e por que ler a Bíblia;
  • Conheça testemunhos marcantes de pessoas que sofreram e ainda sofrem por amor a Palavra;
  • Conheça um fazendeiro da Tchecoslováquia que pregou por vinte anos sem jamais ter visto uma Bíblia. Tudo o que ele tinha eram dez capítulos do livro de Atos e quatro do livro de I Timóteo que foram copiados à mão por sua mãe;
  • Se emocione do começo ao fim!

Está disposto a ser impactado e talvez, ter o seu confortável mundo abalado? Sua visão a respeito da Bíblia, mudada? E a seriedade de seu compromisso transformada?

“Disseram-lhe, desista, pois é perigoso!”

Conheça o testemunho do Irmão André –  ”O Contrabandista de Deus”. Clique aqui.

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